Bons dias, quarta-feira!!
Hoje seria dia de Cozinha Maravilhosa da Dani, mas finalmente cumpro minha promessa e atendendo a pedidos, conto aqui minha viagem de férias a Alter do Chão- Pará!!
A maioria das pessoas com quem conversei não fazia ideia que existisse esse lugar. E eu falo uma coisa: até dezembro do ano passado, eu também não!
Decidi conhecer o Caribe Amazônico depois que vi uma foto no facebook e encasquetei que conheceria o lugar nas minhas próximas férias - que seria em junho/2016. Abençoada intuição...
Decidi conhecer o Caribe Amazônico depois que vi uma foto no facebook e encasquetei que conheceria o lugar nas minhas próximas férias - que seria em junho/2016. Abençoada intuição...
Fui pesquisar o lugar e encontrei alguns posts em blogs, algumas opiniões no Trip Advisor e na página de Alter no Instagram.
Alter do Chão fica a 57 km de Santarém e fica às margens do Rio Tapajós. É beeeem quente e úmido e passa por períodos de cheias do rio e na vazante do rio formam-se bancos de areias e praias. Lá tudo é água doce.
Em junho, que era o mês em que tiraria férias, não haveria praia, mas ainda assim havia lido que poderia fazer passeios que não tirariam a graça alguma da viagem.
Então, em janeiro/2016, peguei minhas milhas e reservei uma pousada - Sombra do Cajueiro e assim não havia quando não ir para Alter.
Confesso que não fiz roteiros, porque estava em uma rotina exaustiva de trabalho e fui sem planejar quase nada. Sabia de alguns passeios, mas o que mais queria era: DESCANSAR!
E em junho cheguei nesse encanto de lugar. Meu voo foi de Cumbica(SP) para Santarém e de lá peguei o transfer para Alter que acertei com a pousada. Meu voo chegou de madrugada, então preferi acertar desta forma do que pegar um táxi. Ah, para quem chega durante o dia, há as opções de ônibus também.
Passei de 18 a 23/06 na cidade e fiz de tudo: descansei, passeei, tomei muito banho de rio, andei de barco, experimentei novas comidinhas e peixes deliciosos, fiz amizades e não fiz nada também.
Pupunha, Tucunaré, Pirarucu, Farofa de ovo, Tapioca, Bolo de coco, Sorvete de Castanha do Pará, Taperembá foram algumas das comidinhas que experimentei. Um dos lugares obrigatórios em conhecer e experimentar a comida paraense é o Restaurante do Saulo. Fomos de barco, mas também dá para chegar por terra. Vista incrível, comidas espetaculares, funcionários atenciosos, instalações para adultos e para crianças, preços justos e a paz do Rio Tapajós abençoam o lugar.
Fomos recebidos pelo próprio Saulo com toda simpatia e gentileza.
Fomos recebidos pelo próprio Saulo com toda simpatia e gentileza.
Lembram que disse que em junho eu não pegaria praia devido ao período de cheia do Rio Tapajós? Então, fui tão abençoada que peguei simmmmm praia e tudo o que tinha direito!
Passeios que fiz e lugares que conheci: Lago Verde, Igarapé, Praia do Pindobal, Floresta Encantada, Município de Belterra, Comunidade São Domingos, Ilha do Amor, Praia de Alter do Chão, Restaurante do Saulo, Ponta do Muretá, Canal do Jari e Floresta Nacional do Tapajós.
Os passeios são feitos por agências que tem lá em Alter ou pelas pousadas. Na orla da Praia de Alter do Chão também são oferecidos passeios pelos agentes de turismos.
Eu tive uma baita sorte, porque assim que cheguei na pousada em que fiquei, fiz amizade com a Fernanda, paraense de Belém que mora em Portugal e fui adotada por ela, sua irmã, mãe e cunhado e acabei dividindo os passeios com eles - o que fez com que eu não pagasse um valor muito alto.
Eu tive uma baita sorte, porque assim que cheguei na pousada em que fiquei, fiz amizade com a Fernanda, paraense de Belém que mora em Portugal e fui adotada por ela, sua irmã, mãe e cunhado e acabei dividindo os passeios com eles - o que fez com que eu não pagasse um valor muito alto.
Como o meu objetivo principal era o descanso, optei por alguns dias passear e em outros fazer o que desse na cabeça. Em um desses dias, simplesmente fui para a praça principal de Alter, fiquei olhando as barraquinhas de comidas e artesanatos, tomei sorvete sentada olhando o Rio Tapajós e conversei com alguns moradores e conheci histórias incríveis de pessoas que largaram a vida corrida na cidade grande para viver naquele lugar mágico.
O pôr-do-sol de Alter é incrível e a paz que você sente do lugar é sem igual. Trata-se da conexão com o real.
O passeio que mais gostei foi à FLONA - Floresta Nacional dos Tapajós. Foram duas horas e um tiquinho de trilha, escutando histórias, sentindo aquela vibe das árvores.
Quando me dei conta que estava no meio da floresta amazônica, vendo aquelas árvores imensas, apreciando a natureza e vivenciando toda aquela energia pura, apenas pensava: Obrigada, obrigada e obrigada, meu Deus!
Alter do Chão não é uma viagem barata, pois os passeios são feitos de barcos e lanchas. O ideal é fazer em grupo para dividir os gastos. Porém, é obrigatório fazê-los. Não fiz todos por opção do descanso, mas os que fiz curti demais.
Minha viagem a Alter do Chão mexeram com o meu coração e levarei sempre na minha vida a energia daquele lugar. Só tenho a agradecer a intuição que tive que tinha que ir para aquele lugar e eu tê-la seguido.
Só tenho mais uma coisa a dizer: CONHEÇAM ALTER DO CHÃO! Deus é perfeito em cada detalhe e Alter do Chão ele caprichou na pintura das paisagens.
Qualquer coisa que tenham a perguntar, escrevam-me aqui no blog ou na página do facebook que responderei.
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